quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Curso de Intermediação de Mão de Obra para Assessores de Gabinete Politico - CIMOAGP



A`Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira
Consultor e Presidente do Programa Empregar é Cidadania - PECI
(63) 8114-5757/9234-6771



            O mundo muda em uma velocidade vertiginosa, e a palavra que dá sustentabilidade a empregabilidade é a adaptabilidade. Quanto mais adaptável o indivíduo as novas realidades do mercado, maior será o seu coeficiente de empregabilidade.
            As novas tecnologias direcionam os novos modelos organizacionais e redefinem os processos de produção, o que afeta diretamente a organização que não evolui proporcionalmente, causando na grande maioria das vezes a falência da mesma. Assim como as organizações, também o ser humano se não estiver em um processo contínuo de aprendizagem, tornam-se obsoletos para o mercado. A excelência ou a competência não é um comportamento fixo, já não somos excelentes ou competentes, apenas estamos.
            Por tanto se seus conhecimentos não evoluírem como os novos processos ou as tecnologias, tornar-se-ão obsoletos para o amanhã vindouro.  Exemplo: Olivete Fabrica de Maquinas de Datilografia e datilografo.
Por:  A`Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira 



Apresentação do Programa Empregar é Cidadania

Fundado no dia 01 de maio de 2004, o PECI (Programa Empregar é Cidadania), teve como seus fundadores uma equipe de técnicos devidamente capacitados, pelo senhor Administrator de empresas A’Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira para o desenvolvimento de competências humanas e na intermediação de mão da obra. Na primeira configuração teve como patrocinador Deputado Estadual Eli Borges - PMDB, bem como empresários, associações, entidades religiosas e a comunidade palmense.
O PECI se define por um conjunto de ações que beneficiam os cidadãos tocantinenses, influindo diretamente na diminuição da taxa de desemprego, alavancagem do mercado de trabalho, melhoria na qualidade técnica e humana dos participantes e também dos serviços prestados aos clientes nas empresas que os contratam. Através da viabilização de cursos de capacitação a custo zero, que aumentam o coeficiente de empregabilidade do cidadão local, a motivação, geração de renda, a sustentabilidade dos empreendimentos, o PECI segue transformando as vidas de milhares de pessoas devolvendo-lhes a dignidade.
Pode - se afirmar então que o PECI teve sua gênese, embasada na facilitação do processo de intermediação da mão de obra, melhorando a eficiência da comunicação entre o trabalhador desempregado e o empresário. O principal objetivo do programa é capacitar profissionalmente e socialmente o trabalhador tocantinense, estando ele em situação de desemprego ou empregado. Isto se faz através da fundamentação de princípios que apoiem o crescimento e o desenvolvimento sustentável das empresas no Tocantins, através da educação continuada complementada por um conjunto de técnicas flexíveis e adaptáveis a necessidade do grupo de treinandos e da empregabilidade assistida.
Durante o período de funcionamento, aproximadamente um ano, existiram vários problemas devido à falta de espaço físico para receber as pessoas que nos procuravam. Porém, mesmo com esses obstáculos, conseguiu-se superar os desafios, e ávidos por resultados, alcançamos ainda a surpreendente marca de 640 pessoas empregadas diretamente e capacitadas 2.000 nesse mesmo período.
Com os resultados houve um aumento substancial da oferta de vagas, e a demanda de capacitação e treinamento. Tal quadro se deve à assertividade e qualidade nos encaminhamentos de trabalhadores para o mercado.
Este projeto tem proporcionado muitas alegrias. Pessoas que já não tinham esperança de trabalho, que não acreditavam mais em si mesmas, ao passarem pelas capacitações e treinamentos, veem seus conhecimentos aumentados e a autoestima elevada. Realizando seus sonhos através da empregabilidade digna e muitas vezes imediata.
Agora, pois com uma nova configuração, metodologia e parceiros como a Deputada Estadual Josi Nunes do PMDB, o PECI se consolida como um dos intermediadores de mão de obra mais eficientes do Estado. Capacitando em 10 meses aproximadamente 500 pessoas e facilitando o acesso a uma oportunidade de emprego a 90% dos participantes. Outro fato positivo é a expansão do programa com um núcleo aberto em uma das cidades polos, Gurupí do Tocantins.

1 Introdução

As políticas públicas de intermediação da mão de obra no Estado do Tocantins são insuficientes para solucionar os problemas enfrentados pelo trabalhador em situação de desemprego. Observamos que existem varias lacunas que necessitam de uma maior atenção, tais como: Os apagões de mão de obras e uma enorme quantidade de cidadãos ociosos.
Hoje o nosso Estado encontra-se em pleno desenvolvimento, e possui um amplo espaço físico para o crescimento econômico latente. Com isso grandes empresas e indústrias têm se estabelecido na região, gerando milhares de oportunidades de emprego e renda. Porém os beneficiados com essas oportunidades são na sua maioria migrantes de outros Estados da federação brasileira e até mesmo imigrantes de outros países.
Estes dados foram levantados através de uma pesquisa realizada pelo Sistema Nacional de Emprego do Tocantins - SINE-TO, a qual contribuiu para a fundamentação deste trabalho. Nesta mesma se observou a taxa de desemprego e a taxa de empregabilidade na cidade de Palmas-TO. Concluindo que as vagas de emprego em sua maioria são preenchidas por indivíduos de outros Estados brasileiros.
O rápido desenvolvimento do cenário socioeconômico do Estado alteram de maneira drástica os modelos de produção de resultados, o que por sua vez aumentam significativamente o nível da competitividade entre os trabalhadores. Obrigando as grandes, médias e pequenas empresas a aumentarem o nível de exigência, optando cada vez mais por uma mão de obra mais capacitada. Tal comportamento do mercado de trabalho não privilegia o trabalho local, que ainda não está preparado para competir com trabalhadores oriundos de grandes centros.
No estado do Tocantins de acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Tocantins – FIETO, conforme a pesquisa realizada no ano de 2006, os principais problemas que as empresas enfrentam são: altos custos, concorrência e principalmente ausência de programas de capacitação gerencial e mão de obra qualificada.
Diante deste cenário a necessidade de capacitar o cidadão local é primordial, para que o mesmo seja inserido de forma rápida e eficaz, e não perca espaço para migrante de outros ambientes.
Com uma metodologia dinâmica, arrojada, criativa, inovadora e acima de tudo adaptável o PECI estimula a percepção dos participantes, ampliando sua visão de mercado e de futuro. Tal metodologia justifica-se na necessidade de se adaptar as grandes transformações que hora se apresentam no estado do Tocantins. E alteram em ritmo acelerado o cenário econômico e o mercado de trabalho, transformando o Estado agropecuário em um industrializado.
As atividades principais executadas pelo PECI neste novo momento são a capacitação profissional e social contextualizada e a empregabilidade assistida. Atividades estas que necessitam ser replicadas para aumento de oportunidades e consequente melhoria na qualidade de vida do cidadão.
Para tal o senhor Administrador de Empresas A’ Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira Presidente do Programa Empregar é Cidadania no Estado do Tocantins, elaborou um curso que visa instruir multiplicadores. Pessoas que possuem em suas características responsabilidade social proativa.
O curso está formatado para máxima absorção do conteúdo através da prática, “respeitando o princípio de que somos o que repetidamente fazemos, e que a excelência não é um feito e sim hábito” (Platão). O processo de ensino e aprendizagem se dará vendo, ouvido, fazendo e sentindo.
            O curso CIMOAGP visa diminuir a lacuna entre a oportunidade e o cidadão, através de capacitações com conteúdos altamente informativos, consistentes, criativos e inovadores, que estimularão a percepção dos participantes, a posturas adequadas no desenvolvimento e inserção de pessoas no mercado de trabalho.
            O projeto conta com uma metodologia testada e aprovada, sobre a qual há um amplo consenso de seu valor e utilidade, o que garantirá a eficácia das metas proposta. O projeto influirá diretamente na expansão do conhecimento do cidadão atendido, ampliando sua percepção as novas realidades do mercado, novas tecnologias, os novos valores organizacionais e a globalização cada vez mais proeminente e segregativa. E principalmente oferecendo uma oportunidade real de ser inserido neste mercado como pioneiro de uma nova profissão.

2 Justificativa

O maior problema enfrentado pelos políticos após a eleição é cumprir as promessas de campanhas. A principal delas é a promessa de emprego, que gira entre 80% a 90% dos pedidos.  O não cumprimento desta promessa é também um dos principais atenuantes para o aumento da rejeição do candidato e consequente derrota em reeleições.
            Em se tratando das esferas federal, estadual e até o senado que, 52 dos 53 gabinetes sofrem de forma mais contundente com a problemática apresentada. Lembrando, pois que, não inclui as centenas de gabinetes de vereadores dos municípios. Apenas o gabinete da Deputada Estadual Josi Nunes minimiza os impactos das promessas de campanha, desenvolvendo um programa de intermediação de mão de obra como supracitado na apresentação deste documento.
            Para ampliar a seu grau de empregabilidade e consolidar surgimento de mais uma profissão, o senhor A’Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira desenvolveu o curso de intermediação de mão de obra para assessores de gabinete politico - CIMOAGP. Que conta com um elaborado programa de orientação profissional e um sistema de intermediação de obra assistida com a eficiência de 90%.
            O CIMOAGP capacitará os participantes para o estudo e análise do mercado de trabalho; Identificação dos pontos fortes e pontos fracos, ameaças e oportunidades dos participantes; Desenvolver uma metodologia eficiente e adaptável no que se refere ao processo de ensino e aprendizagem para orientação profissional. Facilitar a intermediação da mão de obra através do emprego assistido; Gerar um banco de dados de pessoas gratas; Gerar uma grande rede social do bem em prol da intermediação da mão de obra; Estimular a percepção dos participantes para consciência política e a responsabilidade social individual; Conquistar o empresariado tocantinense com um serviço personalizado; estratégias para captação de recursos humanos a serem treinados; Minimizar os impactos das promessas de campanha não cumpridas; Ampliar o eleitorado do patrocinador; Negociar o projeto com possíveis compradores da proposta.

3 Termo de Referencia do curso

3.1 Nome do curso


IMOAGP - Intermediação de Mão de Obra para Assessores de Gabinete político.

 

3.2 Objetivo

            Capacitar o participante para desenvolver um programa de orientação profissional e intermediação da mão de obra de forma assistida para gabinetes políticos.

3.2 Conteúdo programático

Capítulo I - Inteligência emocional
Capítulo II - Marketing pessoal e etiqueta organizacional
Capítulo III – Empreededorismo e Intraempreededorismo
Capítulo IV – Técnicas de Entrevistas
Capítulo V  -  Elaboração de Currículos
Capítulo VI  –  Intermediação da Mão de Obra Assistida

3.4 Método

Os facilitadores farão uso de atividades pedagógicas, que obrigam os participantes a atuarem de forma proativa planejando, modelando ações, definindo estratégias e respondendo a ações propostas. A metodologia buscará expor as forças e limitações de cada participante, propiciando a inserção de ações corretivas no desenvolvimento profissional individual. 
A capacitação será desenvolvida com a participação ativa dos alunos e serão realizadas através de:
·         Exposições introdutórias e complementares através de aula expositiva e dialogada, com a abordagem de aspectos práticos e análise de situações reais;
·         Leitura e análise de textos;
·         Experiência de grupo e individuais, aproveitando as contribuições oriundas do grupo para construção de posturas inovadoras;
·         Debates e discussões sobre algumas situações reais vividas;
·         Vivências grupais com foco para a excelência do proposto;
·         Atividades em grupo;
·         Estudo de casos e situações problemas;
·         Trabalhos corporais;
·         Auto avaliação realizada pelos alunos;
·         Avaliação geral do curso e
·         Certificação.
            O conteúdo será desenvolvido de maneira flexível, o que irá propiciar aprendizado consistente e adaptável, indo ao encontro das necessidades de cada participante. Solucionado dúvidas emergentes, aumentando a eficiência do aprendizado.

3.5 Conteúdos e carga horária

Conteúdos
Carga horária
Orientação profissional
20 hrs
Intermediação da mão de obra assistida
20 hrs
Atividades práticas
20 hrs
Total
60 hrs

3.6 Requisitos

Idade:
18 anos
Escolaridade:
Segundo Grau completo
Participantes por sala:
12 alunos
Público alvo:
Qualquer cidadão que esteja interessado em ganhar dinheiro realizando um trabalho altamente prazeroso.

3.7 Competências estimuladas

O curso permite explorar a maioria das competências em foco no mercado atual e entender, através da observação, como são formados os modelos culturais de cada empresa, os pontos fortes e fracos da equipe e de seus colaboradores. Possibilita ainda extrair um conteúdo expressivo de informações quanto à determinação de competências individuais e coletivas.

Além dos resultados obtidos quanto à interpretação do modelo psicossocial e intelectual das pessoas e organizações, possibilita a realização de tópicos de autorreflexão através da interatividade, permitindo atuar nas melhorias necessárias.

A seguir apresentamos algumas das principais competências que serão trabalhadas:

3.7.1 Capacidade empreendedora


Reconhecer necessidades do mercado e perseguir oportunidades para desenvolver ou enriquecer sua experiência. Avaliar sucessos e fracassos, aprendendo com essas experiências para posterior suporte ao desenvolvimento de outras pessoas.

3.7.2 Capacidade de trabalhar sob pressão


Reagir de forma decisiva em situações de emergência e saber aproveitar as oportunidades. Utilizar as informações para aprimorar procedimentos e prevenir problemas em momentos de tensão.

3.7.3 Comunicação


Transmitir as idéias de forma clara e segura, com entusiasmo e convicção. Usar argumentos atraentes e persuasivos para tratar questões importantes, compartilhando a informação sobre o que é importante e necessário conhecer.

3.7.4 Criatividade


Conduzir mudanças e utilizar soluções novas em situações de negócio e contribuir ativamente para melhoria contínua.  Sugerir idéias inovadoras para os produtos e processos, buscando alternativas na resolução de problemas. Assumir desafios, encontrando caminhos inovadores, e ter a capacidade de realizar atividades com recursos limitados e fortes restrições.

3.7.5 Cultura da qualidade


Manter o foco na excelência das atividades, buscando constantemente elevar o padrão de qualidade. Seguir com critério as regras e padrões estabelecidos, através da conscientização e do comprometimento.

3.7.6 Dinamismo e iniciativa


Participar e interessar-se em buscar alternativas originais, que possam solucionar problemas. Aceitar desafios com segurança e demonstrar interesse em engajar-se aos desafios propostos.

3.7.7 Flexibilidade


Aprender com as experiências pessoais e demonstrar confiança nas tarefas ou situações novas. Buscar e utilizar oportunidades para um aprendizado e auto-desenvolvimento contínuos, demonstrando compreensão organizacional na execução de suas atribuições.

3.7.8 Liderança


Ser capaz de inspirar, auto motivar e valorizar a diversidade no trabalho em equipe, celebrando o alcance dos resultados obtidos. Encorajar ações transparentes, éticas e focadas no desempenho superior.

3.7.9 Motivação


Participar das tarefas de forma construtiva e com disposição, demonstrando comprometimento com a realização das metas da equipe. Adaptar ações individuais aos objetivos da equipe, coordenando e evidenciando o êxito do trabalho em grupo.

3.7.10 Negociação


Revelar habilidade retórica, identificando com precisão os pontos principais para o dimensionamento das situações, rápida e efetivamente. Procurar dados para analisar os problemas, fazendo as perguntas certas para entender a situação sem precipitar o julgamento.

3.7.11 Organização


Demonstrar capacidade de síntese e previsão nos trabalhos em grupo, exercendo comportamentos aglutinadores. Procurar seguir as regras e definir padrões de comportamento para facilitar a consecução das metas e objetivos.

3.7.12 Planejamento


Ser capaz de pensar de forma integrada, tomando decisões que coordenem os objetivos de diversas áreas, avaliando as conseqüências de longo prazo. Avaliar repercussões e efeitos sócio-ambientais, transformando previsões e estratégias em resultados concretos.

 

3.7.13 Relacionamento intrapessoal


Capacitar o participante para autoconsciência que é a habilidades conhecer a se mesmo, ser humano com qualidades e defeitos, autocontrole emocional e automotivação.

3.7.14 Relacionamento interpessoal


Criar um ambiente no qual as pessoas estejam envolvidas, incluídas e com senso de propriedade, respeitando as diferenças individuais, utilizando as contribuições de todos. Trabalhar para negociar a aceitação de todos os membros da equipe, mantendo as pessoas informadas e envolvendo-as adequadamente na tomada de decisões. Fornecer ajuda, agindo de forma a manter as responsabilidades designadas.

3.7.15 Tomada de decisão


Certificar-se das informações para que a tomada de atitude seja fundamentada. Ponderar sobre as conseqüências de suas ações antes de tomar uma decisão que impacte no resultado final.

 

3.7.16 Visão sistêmica


Pensar globalmente e agir de forma responsável, considerando cenários e desafios de curto, médio e longos prazos nos negócios.

 

5.6 Corpo técnico envolvido


A `Eronssaytt Gomes Lima de Oliveira – Administrador de Empresas e Especializando-se em Docência no Ensino Superior.

5.6 .1 Objetivos


Realizar um trabalho de qualidade, contribuindo assim para o crescimento das organizações assistidas.

5.6 .2 Experiência profissionais


2009-2012                     Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins                                Palmas-TO
Fundador e Presidente do Programa Empregar é Cidadania
·         Dirige e preside o Programa Empregar é Cidadania – PEC com sede em Palmas e núcleo de apoio em Gurupí;
·         Projeta e desenvolve Cursos de qualificação e capacitação profissional;
·         Atingiu 5.000 com cursos palestras e oficinas;
·         90% dos Trabalhadores em situação de desemprego que participam do PEC são inseridos mercado de trabalho no primeiro mês;
·         Realiza curso de capacitação em prefeituras, empresas, igrejas e assentamentos no Estado do Tocantins;
·         Realiza intermediação de Mao de obra gratuita a parceiros;
·         Contribuiu para inserção de centenas de pessoas no mercado de trabalho todos os meses.
2009-2011                                     Sistema Nacional de Emprego                                 Palmas-TO
Diretor de Empregos e Programas Especiais e  Instrutor do Sistema Nacional de Empregos do Tocantins
·         Implementou o Programa de Orientação Profissional;
·         Projetou e desenvolveu Cursos de qualificação e capacitação profissional no SINE (Sistema Nacional de Empregos);
·         Atingiu 5.000 com cursos palestras e oficinas ;
·         Realizou curso de capacitação em prefeituras e assentamento no estado do Tocantins;
·         Contribuiu para inserção de centenas de pessoas no mercado de trabalho;
2008-2009                           SENAI (Serviço de Aprendizagem Industrial)                        Palmas-TO
Instrutor de Cursos
·         Desenvolveu conteúdo e facilitou o processo de ensino aprendizagem Negociação e Técnicas de Vendas;
·         Facilitou o processo de ensino aprendizagem Planejamento e Controle de Produção;
·         Facilitou o processo de ensino aprendizagem Formação de Preços e Gestão de Custos;
·         Desenvolveu conteúdo e facilitou o processo de ensino aprendizagem Habilidades Básicas;
·         Desenvolveu conteúdo e facilitou o processo de ensino aprendizagem Relações Humanas e Qualidade no Atendimento.
2007-2008                                         Assembléia Legislativa do Tocantins                     Palmas-TO
Fundador e Coordenador do Programa Empregar é Cidadania
·         Realizou cursos palestras e oficina, em empresas privadas e instituições públicas.
·         Qualificou e capacitou mais de 2.000 pessoas em nove meses de trabalho.
·         Colocou no mercado trabalho de 649 pessoas em nove meses, através de um elaborado sistema de intermediação de mão de obra (Programa Empregar é Cidadania).

5.6 .3 Trabalhos realizados

2006-2010                                          Instituições e Empresas Atendidas                             Tocantins
Prefeitura de São Salvador do Tocantins, Universidade Federal do Tocantins - UFT, Faculdades Objetivo – IEPO, EADECOM, Delegacia Regional do Trabalho, Sistema Nacional de emprego – SINE-TO, Serviço de Aprendizagem Industrial - SENAI-TO, Federação do Comércio do Tocantins - FECOMÉRCIO-TO , Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL de Porto Nacional e Gurupí, Mobilar LTDA, Supermercado Girassol em Gurupí, Natalia Brindes – Palmas Tocantins, Maria Chiquinha – Palmas Tocantins, Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, Palácio Araguaia, Gabinete da Primeira Dama do Estado do Tocantins, Associação de Moradores da do Aureny III - Sul Palmas Tocantins, Associação de moradores do Aureny IV Palmas Tocantins, Igreja Assembléia de Deus Ministério de Madureira Aureny IV – Palmas Tocantins, Igreja Católica setor Unifé – Palmas tocantins, Colégio Municipal Setor Sul – Setor Sul Palmas Tocantins, Colégio Maria Julia - Aureny III Sul Palmas Tocantins, Mocidade Embaixadores de Cristo – Palmas Tocantins, DHES, Ferpam, Fabiano Parafuso, Escola Técnica de Saúde do Tocantins - ETSUS, ETF-TO, VALEC, Minascom, DHES – Consultoria, Usina Cosultoria, Toyota, Kenesson – Industria de Óculos, Instituto de Ensino e Pesquisa Objetivo - IEPO, Faculdade Serra do Carmo – FASEC, Tintas Santa Luzia, Leandro Atacadista, Federação das Indústrias do Estado do Tocantins – FIETO, Secretaria do trabalho e da Ação Social –SETAS, Secretaria da Juventude, Secretaria da Juventude – SEJUV, Associação comercial e Agropecuária de Miracema  do Tocantins - ACIAM.

 

5.6 .5 Formação


2007-2010                                         Faculdades Objetivo – IEPO                          Palmas-TO
·         Graduado em Administração de Empresas.
·         Pós graduando em Docência no Ensino Superior - IPAE

 

5.6 .6 Habilidades

 

Ø  Instrutoria de curso de qualificação, capacitação e orientação profissional e Social, Palestrante e Professor.

5.6 .7 Pensamento  norteador


“A maior recompensa pelo meu trabalho não é o que me pagam por ele, sim no que ele me transforma.” Jhon Ruski

6. Referencial bibliográfico


ABDALLA, João. Atendimento de Qualidade ao Cliente. Disponível em: Acesso em: 14 set 2006.

CANFILD, Anderson Alberto. Uma Nova Ótica nos Relacionamentos Interpessoais. Disponível em: Acesso em: 12 set 2006.

DINEY, José. Chefiar não é o mesmo que liderar. Disponível em: Acesso em: 12 set 2006.

FRANCO, Demerval. Você Viu a Motivação Por Aí?.Dinsponível em: Acesso em: 15 set 2006.

GESTÃO & RH EDITORA, A emoção como diferença. Disponível em: Acesso em? 12 set 2006.

GLOCK, Rosana Soibelmann e GOLDIM, José Roberto. Ética Profissional é compromisso social. Disponível em: Acesso em 14 de set. 2006.

GOLEMAN, Daniel. A Inteligência Emocional. Lisboa: Editora Temas e Debates, Lda.

JAMES C. HUNTER, O Monge e o Executivo. Revista Você S/A, 2006.

MACHADO,    Luiz. O Cérebro do Cérebro. 2. ed. Rio de Janeiro:Qualitymark, 1997.


7 Custo do investimento

Serviço
Carga horária
Custo
IMOAGP - Curso Intermediação de Mão de Obra para Assessores de Gabinete.
60 h
R$ 600,00

8 Cronograma da aulas


Atividades
1ª semana
2ª Semana
3ª Samana
Orientação Profissional



Cooptar trabalhadores desempregados



Alocar sala para o desenvolvimento treinamento



Distribuir convites aos participantes



Montar uma turma de treinandos



Inscrever o participante no programa



Realizar o curso de orientação profissional



Inscrever o participante no programa



Captar vagas



Intermediar a mão de obra



Verificar colocados



Elaborar relatório de resultados






quarta-feira, 11 de julho de 2012

Apostila do Treinamento Buscando a Excelência


Conteúdo


1. Ferramenta da Qualidade - Ciclo PDCA

É um ciclo de análise e melhoria, criado por Walter Shewhart, em meados da década de 20 e disseminado para o mundo por Deming. Esta ferramenta é de fundamental importância para a análise e melhoria dos processos organizacionais e para a eficácia do trabalho em equipe.
O Ciclo PDCA (em inglês Plan, Do, Check e Action) é uma ferramenta gerencial de tomada de decisões para garantir o alcance das metas necessárias à sobrevivência de uma organização, sendo composto das seguintes etapas:

1.1 Planejar (PLAN)


  • Definir as metas a serem alcançadas;
  • Definir o método para alcançar as metas propostas.

1.2 Executar (DO)


  • Executar as tarefas exatamente como foi previsto na etapa de                             planejamento;
  • Coletar dados que serão utilizados na próxima etapa de verificação do processo;
  • Nesta etapa são essenciais a educação e o treinamento no trabalho.

1.3 Verificar, checar (CHECK) 


  • Verificar se o executado está conforme o planejado, ou seja, se a meta foi alcançada, dentro do método definido;
  • Identificar os desvios na meta ou no método.

1.4 Agir corretivamente (ACTION)


  • Caso sejam identificados desvios, é necessário definir e implementar soluções que eliminem as suas causas;
  • Caso não sejam identificados desvios, é possível realizar um trabalho preventivo, identificando quais os desvios são passíveis de ocorrer no futuro, suas causas, soluções etc.
  • O PDCA pode ser utilizado na realização de toda e qualquer atividade da organização. Sendo ideal que todos da organização utilizem esta ferramenta de gestão no dia-a-dia de suas atividades.

2. Inteligência emocional

Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.

2.1 O conceito por Goleman

Goleman definiu inteligência emocional como:
"...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos." (Goleman, 1998)
Para ele, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, recorda que a maioria da situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso.

2.1.1 As cinco habilidades da inteligência emocional

Segundo ele, a inteligência emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:
1.       Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;
2.       Controle Emocional - habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;
3.       Auto-Motivação - capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;
4.       Reconhecimento de emoções em outras pessoas; e
5.       Habilidade em relacionamentos inter-pessoais.

2.1.2 importância da habilidades interpessoais

As três primeiras são habilidades intra-pessoais e as duas últimas, inter-pessoais. Tanto quanto as primeiras são esseciais ao auto-conhecimento, estas últimas são importantes em:
1.       Organização de Grupos - habilidade essencial da liderança, que envolve iniciativa e coordenação de esforços de um grupo, bem como a habilidade de obter do grupo o reconhecimento da liderança e uma cooperação espontânea.
2.       Negociação de Soluções - característica do mediador, prevenindo e resolvendo conflitos.
3.       Empatia - é a capacidade de, ao identificar e compreender os desejos e sentimentos dos indivíduos, reagir adequadamente de forma a canalizá-los ao interesse comum.
4.       Sensibilidade Social - é a capacidade de detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas.

3. Percepção

Em psicologia, neurociência e ciências cognitivas, percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, seleção e organização das informações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos elétricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos.`O estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. Por este motivo, a percepção do mundo é diferente para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que têm especial importância para si própria.

3.1 Estímulo e Percepção

Estímulo é tudo aquilo que provoca uma resposta. Ou seja, quando você está negociando ou vendendo, responde conforme os estímulos que recebe e que podem ser internos ou externos. Por exemplo, irá reagir de maneira diferente dependendo do jeito que seu interlocutor falar, agir, se comportar. Dará uma ou outra resposta conforme o que lhe for oferecido. Mais: suas próprias motivações internas o levarão a se posicionar de diferentes maneiras, conforme as circunstâncias. As respostas incluem suas ações aos estímulos: romper uma negociação, fechar, dar um sinal de aprovação, um sorriso, etc., tudo isso depende da sua percepção. É importante que você saiba, no entanto, que só o estímulo não determina a sua reação ou resposta. Ela é derivada da sua percepção sobre aquele estímulo, ou seja, como você interpreta uma dada realidade ou fato. Um mesmo estímulo provocará diferentes reações em diferentes pessoas, conforme a percepção de cada uma. Num processo de negociação, por exemplo, seu interlocutor pode agir de maneira mais ríspida.
                Uma pessoa pode interpretar ou perceber tal fato como um sinal de que a oferta que fez não foi suficientemente tentadora e, então, reagir reformulando sua proposta. Outra pessoa, no entanto, pode interpretar esse mesmo estímulo como um sinal de que a pessoa sente-se desconfortável na situação ou no local. Assim, reage não mudando a proposta, mas o meio ambiente e o seu tom de fala. É porque estímulos e percepções são tão importantes no processo, que a primeira impressão ganha um peso extra nas negociações.

3.1.1 Fatores que influenciam na negociação

Qualquer negociação envolve muitos fatores. Além das pessoas, do objeto (tangível ou intangível) que é alvo da negociação e do cenário, a percepção contribui fortemente para o desenrolar do processo. A percepção, no entanto, também é resultado de uma série de fatores e, sendo assim, pode ser modificada na prática diária. Esses fatores perceptuais (cognitivos, afetivos e valorativos), mas para a utilização de tais requer muita criatividade e conhecimento.

3.2 Fatores perceptuais

A percepção, como você já viu, é afetada por diferentes fatores. Francisco Bittencourt, consultor do MVC (2006), coloca que esses fatores podem ser agrupados em três grandes blocos:
  • Os fatores cognitivos são aqueles que envolvem informações, conhecimento e raciocínio.
  • Os fatores afetivos envolvem sentimentos, necessidades e motivações.
  • Já os fatores valorativos incluem crenças, ideologias, ética e moral.

3.2.1 Como modificar tais fatores

Esse conjunto de fatores sustenta as percepções e, para mudar uma percepção, torna-se necessário atuar em um desses níveis ou em mais de um deles. Mas como fazê-lo?

3.2.1.1 Mudanças cognitivas

Envolve ampliar e modificar conhecimentos, promover o aprendizado continuado. Cada vez que você questiona uma informação dada como certa ou permite que outros questionem o seu próprio conhecimento, está promovendo mudanças cognitivas. Uma negociação pode ser alterada sempre que novas abordagens são colocadas no cenário do processo. Para mudar o encaminhamento de uma negociação você pode ou disponibilizar novas informações para os outros ou rever seus próprios conhecimentos.

3.2.1.2 Mudanças afetivas

Envolve a capacidade de mudar o patamar da negociação, incluindo aspectos emocionais e rompendo com visões preconcebidas não associadas ao conhecimento. Isso amplia os benefícios não-tangíveis, reconhecendo necessidades e motivações e desenvolvendo habilidades de empatia, ou seja, a capacidade de colocar-se no lugar do outro.

3.2.1.3 Mudanças valorativas

Esse tipo de mudança é muito difícil de ser promovida, pois geralmente os valores são associados à própria identidade da pessoa. No entanto, é importante ressaltar que os valores também se modificam histórica e culturalmente e são passíveis de crítica. Mesmo que você não consiga rever seus valores, poderá tornar-se aberto para entender, os valores de outras pessoas, que sejam diferentes daqueles que você considera corretos.

4. Estilos de negociadores

A forma como o negociador utiliza seu poder e age nas diferentes situações com as quais irá se defrontar, definem um estilo próprio de atuação. Além disso, é importante conhecer o estilo dos outros atores envolvidos no processo de negociação, pois isso permite que você faça adequações aos seus procedimentos e otimizando o retorno que deseja obter. O vice-presidente do Instituto MVC (2006), L. A. Costacurta Junqueira, classifica esses estilos em quatro tipos negociadores: catalisador; apoiador; controlador; analítico.

4.1 Catalisador

Junqueira (2006) coloca que “este estilo tende a ser extremamente criativo, sempre com novas idéias, novas oportunidades de investimentos, entusiasta dos grandes empreendimentos, empreendedor por natureza. É o homem das novidades, das grandes decisões. Muitas vezes, este estilo pode ser visto como superficial, sonhador, irreal, estratosférico, de outro planeta, em suas decisões e ações”. O que motiva esse negociador? Geralmente, a necessidade de ser reconhecido. Se estiver negociando com um catalisador, procure destacar os aspectos relacionados com inovação e criatividade, e como o que você oferece irá provocar a admiração de todos.

4.2 Apoiador

Para Junqueira (2006), o apoiador “considera que as pessoas são mais importantes que qualquer trabalho, as pessoas acima de tudo; aprecia atuar sempre em equipe, procura agradar os outros, fazer amigos. As vezes, pode ser visto como incapaz de cumprir prazos, desenvolver projetos mais como alguém disposto a ajudar do que um empresário. Suas decisões são tomadas mais lentamente do que os outros estilos tomariam e ele sempre busca não melindrar ou se desentender com a outra parte. Quer sempre fazer o meio de campo, ficar e deixar todos bem”.
No caso de negociar com um apoiador, promova a harmonia e evite os conflitos. Adote uma argumentação conciliadora e mostre que o que você oferece não causará prejuízos a ninguém, mas sim crescimento e ganhos para todos – em especial ganhos intangíveis.

4.3 Analítico

O negociador analítico busca um conhecimento profundo sobre aquilo que está sendo negociado. Junqueira (2006) destaca que “o analítico é aquele que adora fazer perguntas, obter o máximo de informações, coletar todas as informações possíveis, preocupando-se em ter disponíveis todas as informações, os detalhes de cada empreendimento para ter certeza antes de iniciar qualquer tarefa ou tomar qualquer decisão. Eventualmente, este negociador pode ser visto como sendo perfeccionista, detalhista em excesso, etc.”.
Como agir com um negociador analítico? Prepare-se muito bem para responder e esclarecer todo o tipo de perguntas. Monte dossiês explicativos, forneça relatórios, exemplos, depoimentos comprobatórios, resultados de pesquisas. Conhecer os estilos de negociação é fundamental, mas outros fatores também devem ser considerados para que o processo se desenrole satisfatoriamente.

4.4 Controlador

Você reconhece o estilo controlador quando encontra um negociador hiperativo. Junqueira (2006) destaca algumas características desse estilo de negociador: “é aquele que toma decisões rápidas, está sempre preocupado com o uso do seu tempo – afinal, tempo é dinheiro com redução de custos; nas discussões não faz rodeios, independente de onde e com quem esteja, vai direto ao assunto, é organizado, conciso, objetivo, sua meta é conseguir resultados. Eventualmente pode ser visto como insensível às pessoas, durão, só pensa no negócio, carrasco, etc.”. Ao negociar com um controlador, enfatize os aspectos relacionados com a autonomia, ganhos de tempo, benefícios tangíveis propiciados pelo que você está oferecendo.

5. Boa comunicação

A comunicação é a base para qualquer trabalho bem desenvolvido ou realizado. O processo de comunicação é difícil porque depende diretamente da subjetividade das pessoas e da percepção que elas têm diante do mundo. Na verdade, aquilo que o emissor transmite nunca será exatamente a mesma coisa que o receptor entende, porque a mensagem e o código utilizados sempre estarão sujeitos à interpretação, fruto da percepção.
“É necessário colocar uma dose de sensibilidade naquilo que se fala e se ouve. A sensibilidade se adquire com empatia, bom senso e respeito. Um modo de aprender a ter sensibilidade é perguntar a si mesmo: como eu reagiria no lugar da outra pessoa? Qual seria a melhor maneira de dizer isso para mim mesmo? Como eu gostaria que me falassem a respeito de um comentário meu? As respostas a estas perguntas deverão ajudar a formar sua própria estratégia de uso de sensibilidade em uma situação delicada. No momento da comunicação é necessário saber usar as doses certas de razão e emoção diante daquilo que se fala.”. (Janaina A. Cibien; Letícia R. Bizca, 2005.)
Em face dos argumentos acima apresentados, a função “atendimento” requer dos funcionários qualidades essenciais na aquisição da competência técnica no atendimento.
“Todos nós trabalhamos não para satisfazer os desejos e as expectativas do cliente, mas para excedê-los, superá-los”, diz ele.

6. Protocolos de conversação

·         Ao receber um cliente, diga: “BOM DIA, ÀS SUAS ORDENS...”
·         Ao solicitar algo, peça: “POR FAVOR...”
·         Ao receber solicitação, diga: “POIS SIM...”
·         Após deixar um cliente esperando, diga: “DESCULPE A DEMORA...”
·         Não discuta – Argumente: Um velho ditado em vendas diz que você nunca deveria discutir com o cliente, porque, embora você possa ganhar a discussão, com certeza vai perder a venda.
Quando você não concorda com o cliente, use o tato:
·         “Por favor, corrija-me se eu estiver errado...”
·         “Deixa ver se eu entendi o que você (ou senhor) está dizendo...”
·         “Você (o senhor) concorda que...”
·         “Não tenho certeza se entendi...”
·         “Tem razão, essa é uma maneira de ver a coisa.
·         Mas também tem outra...”

7. Saber administrar bem o tempo

A administração do tempoé uma ferramenta gerencial, que tanto pode ser utilizada nas empresas quanto em nossas vidas, permitindo a organização de metas pessoais e profissionais com menor dispêndio de energia física e mental. A boa administração de tempo é provavelmente o fator mais importante na administração de si mesmo e do trabalho executado. Ela começa com a auto-descoberta, isto é, com a identificação de como utilizamos o nosso tempo, do que não nos satisfaz, e do que desejamos mudar.

7.1 Gerencie seu tempo

Um dos maiores problemas, para todos, e que nunca há tempo suficiente para fazer tudo o que é necessário. Peter Drucker, diz que o gerente que não consegue gerenciar seu próprio tempo não consegue gerenciar nada mais. Pois é de vital importância que o gerente domine o seu tempo, e não o tempo ser auto-gerente.

7.1.1 Passos fundamentais para se Alcançar um melhor uso do tempo:

·         Quantificar como ele é utilizado atualmente; 
·         Eliminar os pontos de estrangulamento com base nesta quantificação; 
·         Planejar efetivamente como aplicar o tempo economizado com a eliminação dos estrangulamentos.
A seguir, verifique quais destas tarefas só poderão ser feitas por você mesmo, quais as que podem ser realizadas por você ou por outra pessoa e quais devem ser delegadas a outras pessoas, sem prejuízo de qualidade, mas que no momento estão lhe roubando preciosas horas.

7.1.2 Pontos de estrangulamento do tempo detectados:

·         Identifique os papeis de conteúdo esdrúxulo e os descarte;
·         Estabeleça horários predeterminados e pré-estabelecidos para os variados acontecimentos do dia;
·         Agende e divulgue as reuniões;
·         Discipline-se na utilização do telefone, ou seja "Fale somente o necessário.".
É claro que a eliminação de todos os pontos de estrangulamento é, em certos casos, praticamente impossível, mas se você conseguir 50% do tempo bem administrado já alcançou um bom índice.

7.1.2.1 O que fazer com o tempo ganho?

Primeiro crie uma hora diária (tempo arbitrário) só sua, na qual você se isola sem telefonemas, reuniões, entrevistas, etc. E então :
·         Leia aqueles artigos importantes que estão se acumulando em sua mesa;
·         Pare e repense o seu departamento de entrada de dados, a utilização de pacotes, as novas admissões;
·         Redescubra-se como pessoa;
·         Procure concentrar-se em tarefas  de intelecto multiplicadoras;
·         Pense na qualidade dos serviços prestados e como melhorá-las;
·         Reveja os planos de desenvolvimento dos técnicos e administrativos da área frente à novas tecnologias;
·         Estabeleça ou melhore o seu relacionamento com os demais gerentes da corporação e funcionários em geral.

7.2 Benefícios obtidos com uma melhor administração do tempo

·         Desenvolve uma perspectiva real do que a vida oferece e como pode ser vivida;
·         Permite aproveitar mais a vida;
·         Possibilita maior domínio e controle do trabalho;
·         Otimiza o trabalho executado;
·         Segurança e objetividade no trabalho;
·         Aumenta a produtividade;
·         Mantém o equilíbrio entre a vida pessoal, familiar e profissional;
A pessoa que não administra o seu tempo é porque passa a maior parte do dia pensando no que fazer em 1º lugar, outra parte recomeçando o trabalho interrompido e finalmente a outra reclamando que não teve tempo para nada.

 7.3 Fatores a serem observados que contribuem para modificarmos algumas atitudes através de nossa própria conscientização, nos levando a pensar nos seguintes fatos:

·         Estamos dando o tempo certo às coisas realmente importantes ?
·         Estamos mantendo o equilíbrio adequado entre nossas atividades de rotina e as de inovação a longo  e curto prazo?
·         As interrupções desnecessárias estão sendo permitidas?
·         Estamos realizando tarefas desnecessárias?
·         Estamos pulando de tarefa em tarefa sem concluí-las?
Pronto temos um perfil de nosso comportamento diante do tempo, o que e como devemos mudar está em cada um de nós.

7.4 Desperdiçadores do tempo

         Alteração constantes de ordens e de prioridades
·         Prioridades não claras/ falta prioritização
·         Empreendendo mais do que pode menos estimativa de tempo não realista
·         Sobrecarga de trabalho
·         Arquivos desorganizados
·         Não se ajustar a mudanças
·         Excesso de controle e Reuniões improdutivas
·         Não saber dizer não
·         Excesso de comunicação
·         Falta de comunicação
·         Falta de diretrizes
·         Não fazer plano diário
·         Não antecipar prováveis acontecimentos futuros e não se preparar para eles
·         Não se prevenir contra problemas rotineiros
·         Atrasos; Barulho; Desorganização pessoal
·         Responsabilidade e autoridades confusas
·         Treinamento deficiente
·         Fazer eu próprio / não delegar
·         Excesso de material para ler
·         Inexistência de padrões / critérios
·         Não adaptação / resistências à mudanças

O Tempo é um recurso precioso, que não pode ser recuperado, ou expandido, portanto saiba usá-lo, pois ele proporciona oportunidades iguais para todos.

 Texto de: Ademir R. Martins traduzido e adaptado por Nuno Duarte Paulos

8. Ética Profissional no Atendimento

                Em toda crise, existe um potencial de novas possibilidades de pensar, de agir e de mudar. A atual crise política brasileira nos convoca a promover mudanças que incluam o respeito aos princípios éticos, os quais não faltam apenas no exercício da atividade política. Esse problema tem raízes nos conceitos e valores inscritos no tecido social contemporâneo, acrescidos das particularidades de cada cultura. O nosso jeitinho brasileiro, por exemplo – sinônimo de licença à corrupção e ao desrespeito às leis –, impregna historicamente práticas antiéticas consolidadas em todas as esferas da vida: pessoal, profissional e social.
Na tentativa de promover a formação e desenvolvimento de competências técnicas do servidor, procurar-se-à nesta seção abordar a questão da ética profissional no atendimento.
Assim, ética profissional pode ser definida como a responsabilidade que o homem assume de respeitar os seus semelhantes, no desempenho da profissão que exerce. Esse compromisso decorre do amadurecimento que envolve a pessoa humana, processando seu caminho ao encontro de determinada meta. Deve-se fazer presente na predisposição do profissional, para que se exteriorize nas ações do trabalho que empreende, nas suas conseqüências, na pessoa e na sociedade.
A ética interessa a todo campo de relacionamento humano, pois ajuda o indivíduo na autoformação da conduta orientando-o no que é certo ou não fazer.
Todas as profissões têm sua ética específica. Na verdade, toda ação humana de conseqüência social, compreende normas de comportamento apontando o que é lícito e o que não é lícito fazer.

8.1 Vejamos algumas características da ética no atendimento:

·         Evitar fazer promessas que não pode cumprir;
·         Cumprir o que prometer;
·         Senso de justiça e igualdade;
·         Fazer prevalecer à vontade do cliente (sempre que possível);
·         Evitar comentários fora do interesse do cliente.
·         Evitar a supervalorização do seu trabalho em detrimento da subestimação do trabalho do outro;
·         Não ridicularizar os colegas;
·         Cooperar ao invés de competir.
Levando-se em conta o que foi observado, o sucesso na conquista do cliente será determinado pelo conjunto de atitudes éticas estabelecidas por quem atende ao público. Esse sucesso só ocorre quando há comprometimento com o que se faz, tendo prazer ao lidar com pessoas e percebendo que pode ajudá-las de alguma forma.


Bibliografia
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CANFILD, Anderson Alberto. Uma Nova Ótica nos Relacionamentos Interpessoais. Disponível em: Acesso em: 12 set 2006.

CHAMPLIM, Norman, Enciclopédia de Filosofia e Teologia. Rio de Janeiro:CANDEIA, 1991.

DINEY, José. Chefiar não é o mesmo que liderar. Disponível em: Acesso em: 12 set 2006.

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GESTÃO & RH EDITORA, A emoção como diferença. Disponível em: Acesso em? 12 set 2006.

GLOCK, Rosana Soibelmann e GOLDIM, José Roberto. Ética Profissional é compromisso social. Disponível em: Acesso em 14 de set. 2006.

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GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.

JAMES C. HUNTER, O Monge e o Executivo. Revista Você S/A, 2006.

KAHALE, Flávia. Pesquisando a Motivação: A Pesquisa de Clima Organizacional. Disponível em: Acesso em: 14 sete. 2006.

MACHADO,         Luiz. O Cérebro do Cérebro. 2. ed. Rio de Janeiro:Qualitymark, 1997.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Apresentação Programa Empregar é Cidadania


Apresentação Programa Empregar é Cidadania

Fundado no dia 01 de maio de 2004, o PECI (Programa Empregar é Cidadania), teve como seus fundadores uma equipe de técnicos devidamente capacitados para o desenvolvimento de competências humanas e na intermediação de mão da obra. Na primeira configuração teve como patrocinador Deputado Estadual Eli Borges - PMDB, bem como empresários, associações, entidades religiosas e a comunidade palmense.
O PECI se define por um conjunto de ações que beneficiam os cidadãos tocantinenses, influindo diretamente na diminuição da taxa de desemprego, alavancagem do mercado de trabalho e melhoria na qualidade dos serviços prestados aos clientes. Através da viabilização de cursos de capacitação a custo zero, que aumentam o coeficiente de empregabilidade do cidadão local, a motivação, geração de renda, a sustentabilidade dos empreendimentos, transformando vidas e devolvendo-lhes a dignidade.
Pode - se afirmar então que o PECI teve sua gênese, embasada na facilitação do processo de intermediação da mão de obra, melhorando a eficiência da comunicação entre o trabalhador desempregado e o empresário. O principal objetivo do programa é capacitar profissionalmente e socialmente o trabalhador tocantinense, estando ele em situação de desemprego ou empregado. Isto se faz através da fundamentação de princípios que apoiem o crescimento e o desenvolvimento sustentável das empresas no Tocantins, através da educação continuada e da empregabilidade assistida.
Durante o período de funcionamento, aproximadamente um ano, existiram vários problemas devido à falta de espaço físico para receber as pessoas que nos procuravam. Porém, mesmo com esses obstáculos, conseguiu-se superar os desafios, e ávidos por resultados, alcançamos ainda a surpreendente marca de 640 pessoas empregadas diretamente e capacitadas 2.000 nesse mesmo período.
Com os resultados houve um aumento substancial da oferta de vagas, e a demanda de capacitação e treinamento. Tal quadro se deve à assertividade e qualidade nos encaminhamentos de trabalhadores para o mercado.
Este projeto tem proporcionado muitas alegrias. Pessoas que já não tinham esperança de trabalho, que não acreditavam mais em si mesmas, ao passarem pelas capacitações e treinamentos, veem seus conhecimentos aumentados e autoestima elevada. Realizando seus sonhos através da empregabilidade digna e muitas vezes imediata.
Agora, pois com uma nova configuração, metodologia e parceiros como a Deputada Estadual Josi Nunes do PMDB, o PECI se consolida como um dos intermediadores de mão de obra mais eficientes do Estado. Capacitando em 10 meses aproximadamente 500 pessoas e facilitando o acesso a uma oportunidade de emprego a 90% dos participantes. Outro fato positivo é a expansão do programa com um núcleo aberto em uma das cidades polos, Gurupí do Tocantins.